O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Nunca é demais comentar: os lábios da Mônica Belluci são (eram, talvez) perfeitos.
ResponderExcluirLábios e grandes lábios!
ExcluirNão, oficialmente não existe inclodir. Segundo os dicionários, o antônimo de eclodir é retrair, perecer, falecer, desvanecer etc.
ResponderExcluirE eu já inclodi. Sigo nocauteado em pé. Um Holandês Voador.
Creio que devo ter escrito sobre a impressão a respeito da vida que as pessoas que pensam minimamente sobre ela (e que somos uma minoria cada vez mais minguada) têm.
ResponderExcluirSó mesmo uma maioria não pensante é que pode viver feliz e satisfeita nesse país de merda e de merdas.
Acho que é um pouco feito a música do Raul : e você ainda acredita que é um doutor, padre ou policial...
E se você pensa na absoluta falta de sentido da vida ainda é analisado como deprimido.
ResponderExcluirPois é ...
ExcluirPois é ...
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