O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Na terça, começo também com terapia. Vamos ver o que acontece.
ResponderExcluirVamos ver, né? Até porque acaba sendo mais um laudo, mais um parecer de um profissional, para, quem sabe, num futuro a medio prazo eu tentar uma readaptação de função ou coisa parecida.
ResponderExcluirHoje são tempos mais difíceis, não basta "perder " o dedo mínimo da mão esquerda por "acidente" e já se aposentar.
O Carl, de Caruaru, está meio que esvicerando o Marreta e, possivelmente, deve ter ido ao Blogson algumas vezes também..
Como deve ter notado, não tenho escrito porra nenhuma. Somente na cabeça e em alguns poucos rascunhos no caderno. Falta a vontade de arrematá-los, revisá-los etc e publicar.
Ainda é muito cedo para dizer, mas talvez o remédio que ando a tomar me deixe neutro, nem me mortifico muito em fazer o que não gosto e nem me importo de ainda fazer as poucas coisas de que gostava.
Talvez seja um período de ajuste, sei lá.
E, claro, que há já quase 20 dias sem a birita pode muito bem tb estar a contribuir para essa apatia.
Mas vou ver se forço algumas linhas amanhã, aquela gozada de pau mole, sabe?
Grande abraço.