O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
sim, também acho uma figura muito forte, mas não é minha, não. É do Raul Seixas, da canção Medo da Chuva, se não conhece, ouça. É que o poema teimava em não me deixar terminá-lo, aí ocorreu-me a frase, que é coerente ao texto.
ResponderExcluirEngraçado é que a canção eu conheço bem, mas não associei por nada à letra. Devia estar muito calibrada ontem rsrs. Mesmo assim foi bem feito o uso.
ResponderExcluir"J"