O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Exatamente...
ResponderExcluirMelhora esse ânimo aí, ômi. To começando a me preocupar contigo, já começo a sentir falta do azarão sempre crítico mas sempre com humor afíadisimo.
ResponderExcluirPosso apenas imaginar o que você sente nessa etapa da vida; estou num momento bem difícil também e sensações de "peito vazio" e que algo ruim acontece ou está prester a acontecer são quase diarias; surgem sem mais nem menos. Estimo suas melhoras e paz interior.
Grande abraço, prof.
Cássio - Recife/PE
Pois é, tem épocas que a coisa fica mais pesada, mas logo vou voltando ao normal. Pelo jeito, você tb conhece bem essa sensação do "peito vazio", uma angústia que, como disse, parece surgir do nada. E o pior é que não vemos para onde podemos correr.
ExcluirHoje mesmo, no mais tardar amanhã, colocarei um texto mais "afiado", a respeito de um editorial publicado pelo Estadão a respeito do início desse novo governo do Lula.
No mais, obrigado - de novo - pelas palavras e as devolvo a você, que tenhamos ânimo para seguir, não temos outra opção.
Grande abraço.