O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Meu ídolo Winston Churchill teria dito uma frase mais ou menos assim: "Muitas formas de governo foram testadas e serão julgadas neste mundo de pecado e desgraça. Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou totalmente sábia. Na verdade, foi dito que a democracia é a pior forma de governo, exceto por todas as outras formas já experimentadas”.
ResponderExcluirEntão, talvez, seja a hora de tentarmos formas de desgoverno. Mas, infelizmente, a grossa maioria do ser humano não tem a maturidade necessária para uma anarquia, não no sentido de bagunça, mas no sentido de não precisar de um poder centralizado a lhe guiar. A grossa maioria precisa de um cabresto. Não só precisa, implora por ele.
ExcluirEm tempo : o Churchill era fodaço!!!!
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