O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Pois é, me lembro desse do Eduardo Suplicy! Mas, ao menos, o Suplicy me parece ser gente boa, um cara honesto (mesmo). E o Eduardo Cunha saiu do xilindró. Ameaçando processar meio mundo.
ResponderExcluirAh, não sei se você já viu, mas mandei um pdf no seu email do qual, creio, irá apreciar.
Curiosa, de fato, essa sua admiração, mas acho que a entendo. Fala-se muito na "loucura" de Bolsonaro, nos seus traços e sintomas de sociopatia, na sua falta de empatia etc. Posso estar muito enganado, muito enganado mesmo, mas não consigo ver Bolsonaro como um sociopata, como um cara que premedite o caos, um sujeito malvado. Tenho cá pra mim que ele até acabe promovendo uma bagunça enorme, um desgoverno, mas não por dolo, sim por pura inépcia para o cargo que ocupa, mesmo. Por pura falta de habilidade para a função que deveria exercer (os filhos dele já são outros quinhentos). Não acredito que Bolsonaro planeje o mal; aliás, não acredito que ele planeje nada. Já o Eduardo Cunha, para mim, é o clássico sociopata, o gênio do crime. E, claro, o campeão da cara de pau!
ResponderExcluirTodos nós nos arrependemos de algo que um dia dizemos.
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