O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Como costuma dizer alguém que eu (não) conheço: "Pããããããããããta que o pariu!!!!!"
ResponderExcluirPois é, como disseram Raul Seixas e Marcelo Nova na canção "Muita Estrela, Pouca Constelação" : pois o new old é a nova sensação.
ResponderExcluirÉ a barba pandemia. É a barba da covid-19.
Fiz essa piada - eu de máscara pareço a Cláudia Ohana de biquíni - dia desses para a minha esposa, que a considerou nojenta e de mau-gosto.
Aí, pensei : se a esposa desaprova é porque é uma boa piada.
Acionei o Raul para tirar a minha foto num tablet dele, mandar no meu e-mail e o resto... o resto é postagem!!!!
Que pentelhada!
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