O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Uma coisa para se notar é o bom humor e a malícia das músicas do pessoal do nordeste. Lembro-me de ter visto uma amostra da apresentação de um grupo teatral nordestino e alguém cantava uma música sacana que tinha este verso “você tá, você tá”.
ResponderExcluirEu gostava do Genival e de suas músicas ingenuamente maliciosas, só achando estranha a excessiva caricaturização de suas apresentações, com roupas pra lá de bregas e coloridas. Acho que ele fazia muitas concessões para vender seus discos e shows. O ápice disso aconteceu quando ele se apresentou na televisão vestido como um adolescente de periferia: bermuda bem abaixo do joelho e boné com o bico meio de lado ou para trás. Tive muita pena quando o vi assim. Creio que era para divulgar algo como “rock do jegue” ou “forró disco”. Independente de qualquer coisa, foi abatido injusta e prematuramente pelo Corona. Requiescat in pace.
Minha avó era fã e tinha vários discos de Genival Lacerda. Cresci ouvindo isso na casa dela, achando ser lixo. Mal sabia eu o que viria pela frente...
ResponderExcluirPois é, meu caro. Às vistas do que hoje aí é mostrado, o velho Geniva, o Senador, era um poeta!
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