O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Já ouvi falar bem de Mr. Robot. Vou tentar achar a primeira temporada legendade na internet. Do que trata o Room 104?
ResponderExcluirO Room 104 é um negócio meio bizarro. Lembra The Twilight Zone, mas se passa num único quarto de hotel e são episódios independentes um do outro. O conteúdo muda sempre, vai de putaria até entrega de pizza.
ResponderExcluirMr. Robot tu acha no Pirate Bay. O Room 104 é sempre complicado de encontrar.
Este comentário não tem nada a ver com o filme, mas sobre o ator. Nunca tinha ouvido falar do Rami Malek até vê-lo no programa "The Graham Norton Show" (passa no People & Arts), onde contou um caso divertido: ele tem um irmão gêmeo idêntico ainda hoje (Sami Malek). Quando ainda estudavam, o irmão ficou perigando de não se formar, pois estava mal em literatura ou coisa assim. A professora propôs que ele fizesse uma apresentação oral de ou sobre uma peça de Shakspeare. Ele então pediu ajuda ao irmão Rami (o ator), que estava estudando teatro e tinha acabado de atuar justamente na tal peça do "bardo inglês". E orientou: "você vai vestido assim, entra e cumprimenta o porteiro português (Eduardo), pergunta por suaas filhas, passa por... e cumprimenta..., etc". O irmão ator seguiu o script e mandou ver na apresentação. Foi aplaudido de pé pelos "colegas". A professora chamou-o e perguntou se ele poderia repetir a apresentação em outra sala. A resposta foi "eu passei?" "Claro!" "Não vai dar, tenho um compromisso para esse dia". E termina a história referindo-se ao irmão: "filho da puta sortudo!" (lucky bastard!")
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