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As Armas e os Barões Assinalados

Depois de acalorada, não obstante, pacífica, discussão deflagrada pela postagem Cerveja-Feira (26) em torno de brasões de armas, linhagens, genelogias e outras fidalguices, resolvi levar adiante uma antiga ideia : confeccionar o meu brasão, o escudo de armas do Azarão, desta dinastia de um homem só.
Foram duas semanas de extensa pesquisa e criteriosa seleção de signos que bem representassem meus valores e meus ideais de luta, duas semanas apanhando feito vaca na horta de programas de edição de imagens, duas semanas de muito afinco e, sobretudo, de muita falta do que fazer.
Apresento-vos, pois, pronto e acabado, o escudo armorial da Casa de Azarão.

Comentários

  1. Melhor brasão que vi até hoje! Parabéns pela edição. Além de ser o brasão mais "paz e amor" que vi até hoje.

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  2. Rapaz, esse brasão ficou muito bacana! Talvez um dia, quando seu filho já adulto e visitando uma feira qualquer, possa encontrar e até comprar o brasão da família, com a certeza de que esse sim, será verdadeiro.
    Mas preciso fazer um comentário - e espero que não me leve a mal - sobre a marreta. Mesmo não tendo nenhum interesse por isso, não pude deixar de notar que o cabo da marreta está um pouco fino, talvez delicado demais. Que acha?

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    Respostas
    1. A Marreta do Azarão26 de agosto de 2020 às 07:58

      Você prefere um pouco mais grosso?

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    2. Como disse antes, não tenho nenhum interesse por cabos (nem por capitães), apenas imaginei que um cabo fino não suportaria o peso de um marretão, o que os peões apelidaram de "aviso prévio". Mas fique tranquilo, foi só um reparo. E meus calcanhares continuam bem defendidos!

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    3. A Marreta do Azarão26 de agosto de 2020 às 11:39

      Há, há, há!!! Você vive falando de seus inexpugnáveis calcanhares. Veja o que aconteceu com o Aquiles, hein?

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    4. Com licença! Concordo com JOTABÊ, sem conotação sexual alguma, mas um pouco de proporcionalidade harmonizará o conjunto.

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  3. A única coisa que fiquei em dúvida, o que significa a "pena" no topo?

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  4. Parei de tentar ler OS Lusíadas justamente em "As armas e os barões assinalados".

    Belo brasão!

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