O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
Quero saber qual é dessa censura do novembro azul? E a arte? Como fica? A igualdade dos sexos? Por isso de antemão lanço a campanha Libera o cu Azarão.
ResponderExcluir#vaitercusim #vaitercupratodomundo #liberaocuazarao
"J"
Vê se pode você empurrar um negócio desse na gente? Nós, as leitoras assíduas, não vamos ficar de pernas cruzadas. Desse jeito só me cabe encabeçar esse piquete e engrossar o coro.
Excluir"J"