O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
E no meio dos escombros, talvez uma flor.
ResponderExcluirE de demolições, de passados postos ao chão, madeira como matéria-prima.
De romances vividos ou sonhados, novas histórias com cheiro de passado.
Olá.
ResponderExcluirEstou postando este comentário como anônimo por pura vergonha professor...
E já início pedindo desculpas por invadir uma postagem sua com um tema totalmente diferente do abordado.
Eu me formo este ano na escola Alberto Santos Dummont onde o senhor me dava aulas de Biologia. E eu tenho que dizer pro senhor que infelizmente (ou até felizmente) une 90℅ da minha sala não gosta muito das suas aulas... Porém eu sempre tive um problema, eu sempre via algo mais nas coisas que o senhor dizia, eu não conseguía fazer como meus amigos e simplesmente odiá-lo cegamente. Quando eu entrei na escola, em 2014, eu fiz alguns amigos nas salas do 3°D e B na época que simplesmente amavam as suas aulas... E recentemente (ainda mantenho contato com eles) alguns me perguntaram do senhor, e eu intrigada com o fato de eu não conseguir me encaixar na maioria (não que isso seja legal) perguntei o por que de tanto amor por você e suas aulas... E eles me mandaram uma publicação que o senhor fez aqui, pra eles. E eu, mesmo não sendo pra mim, me emocionei com tal publicação (ainda mais ela utilizando de Raul Seixas)... O senhor é um bom professor, mas não é pra qualquer bico, não são todos que notam seu tom de ironia, não é qualquer um que encherga suas idéias em meio as entrelinhas da matéria.
Então faço essa postagem professor, pra te dizer que admiro seu trabalho, e agradeço pelos ensinamentos passados pra mim ao longo desse ano.
E pra dizer que eu no futuro, direi sim, pros amigos que tenho no primeiro e segundo ano, que o senhor é um ótimo professor!
Ps. Meus amigos pediram pra dizer que sentem sua falta (mas minha vergonha não me permitiu te dizer isso em sala)
Só gostaria de dizer que nunca esqueci das lições que o senhor me deixou. Muito obrigado por tudo e gostaria de saber se o senhor pretende participar da colação de grau deste ano. Fui convidado pela minha amiga que fez este comentário a ir comemorar esse evento ao lado dela. Seria um grande prazer te reencontrar lá. Um abraço de seu eterno aprendiz, Jonathan.
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