O indivíduo que possua um QI de 140, 160, ou 180 pontos, tem que, obrigatoriamente, realizar grandes feitos com ele? Tem que, necessariamente, colocar suas habilidades a serviço do resto da humanidade (leia-se, a serviço dos burros) ou dedicá-las às causas consideradas nobres? Não. Óbvio que não. Porra nenhuma que tem. As habilidades são dele, bem como a decisão do uso que dará a elas. E quem não as tem que se foda. O inteligente não tem obrigação alguma de pôr suas pestanas a queimar em prol do bem comum, em prol da melhoria da vida humana. Ele até pode, se quiser. E alguns superdotados até o fazem, e o fizeram. O inteligente, porém, pode muito bem "trabalhar" só para si, pode muito bem usar suas potencialidades para obter, sem muito esforço, uma vida cômoda e aprazível. Ele não tem que curar o câncer, colocar o homem em marte, decifrar buracos negros ou a origem do universo. Ele pode usar a sua inteligência para fazer a merda que quiser. Ele não recebeu a sua inteligên...
No escritório paulista da empresa onde trabalhei existiam dois descendentes de japoneses, ambos super gente fina, competentíssimos e com nomes bastante sonoros: Seite (ou Seiti, não me lembro) e Teturo. Um deles manteve um diálogo muito divertido com outro colega de BH, um sujeito bem mais velho, seriíssimo, que nos contou. Estavam os dois almoçando, quando o colega de BH começou a perguntar sobre a família do japa.
ResponderExcluirE saiu isso:
- você é o que?
- Nissei. Sou filho de japonês.
- E neto, como é?
- Sansei.
- E bisneto?
- “Num sei”.
Eu já ouvi isso como piada, mas como a seriedade dos dois ex-colegas era gigantesca, fico tentado a acreditar que esse diálogo realmente ocorreu.
Mas, já que provocou, a terceira pessoa do plural do pretérito perfeito de quase todos os verbos dá trocadilho, tipo mataro, robaro, furaro, cátaro, etc. E tem ainda a piada do japonês que pede sugestão ao amigo brasileiro para o nome do filho recém-nascido:
- “Sugiro Roberto Carlos”, diz o brasileiro.
-“António Caro”, non, mas “Sugiro” é bom nome!