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Instantâneos de um Saudoso e Remoto Passado (9)

Propaganda do achocolatado Toddy, que hoje seria execrada nos meios publicitários e banida das mídias de massa, por ser considerada politicamente incorreta; iriam dizer, os afrescalhados do meio e as bichonas das patrulhas politicamente corretas, que ela incentiva a violência, incita ao bullying, mais um estrangeirismo perobo. 
O que ela incentiva é a competição, a reação às adversidades, o acerto de contas no mano a mano, desperta o brio do sujeito, encoraja-o a resolver seus problemas sem sair correndo para a barra da saia da mamãezinha feito uma menininha mijona.
Ou seja, a propaganda de Toddy estimula o sujeito a ser macho! E não um moloide, um frouxo que, ao primeiro contratempo ou revés, cai em prantos e, pior, no consultório de um psicólogo.
Por isso, seria hoje criticada por psicólogos, sociólogos, pedagogos e outros que tais : porque, hoje, nada é considerado mais incorreto do que ser HOMEM, do que ser MACHO.

Comentários

  1. Rapaz, eu nunca duvidei da minha masculinidade (apesar de ter sido criado em casa de vó). Mas eu só não sabia que era tão macho assim! Porque eu não bebo cerveja, eu bebo leite com Toddy!
    Falando sério, acho que você tem razão. Hoje em dia, pega mal você ser sincero a respeito das chamadas "minorias". Para mim, os shopping centers são o retrato acabado da expansão populacional dos gays. E nem se pode dizer que é reprodução assexuada! Deixo claro que não sou contra gays (só acho incompreensível), não sou homofóbico. Mas, que essa população está aumentando, ah, isso está! (Só pode ser falta de leite com Toddy).

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  2. A Marreta do Azarão6 de janeiro de 2015 às 23:36

    Rapaz, eu nunca mais vi os cigarrinhos de chocolate da Pan, acho que foram mesmo extintos. Eu também já "fumei" muito daquela guloseima quando era moleque, a gente punha na boca, fazia que tava tragando e tudo, e nem por isso me tornei um fumante, nunca sequer experimentei um cigarro de nicotina.
    Hoje, proibe-se o cigarro de chocolate da Pan, mas não se prende o maconheiro.
    Obrigado pelo comentário e, se quiser, identifique-se.
    abraço.

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